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domingo, 29 de maio de 2011

Onboard MS Nautica

De novo. Aqui estou eu... a bordo do Nautica, da Oceania Cruises, sem o marido. Lembro de ter dito, inumeras vezes, que nao voltava sem o marido. E voltei... mas dessa vez, o marido tambem esta trabalhando na Oceania Cruises. Tudo bem que fiquei muito p* da vida, quando soube que ele estava escalado para ir ao Regatta... mas, meu marido merece. A empresa e muito boa, os salarios sao bem melhores do que todas essas empresas picaretas que tem por ai (MSC, Costa, Pulmantur, Princess YES!!!) e a qualidade de vida para o tripulante e zilhoes de vezes mais alta.

Uma coisa, pelo menos, sera boa. Tanto eu como meu marido terminaremos nossos contratos no mesmo dia. Ou seja, 30 de Setembro... serao 4 meses separados mas unidos em pensamento e sentimento. O objetivo que temos para sobreviver a isso e muito importante e temos confianca de que dara certo.

Enquanto Nicky trabalha como Destination Staff la no Alaska, eu continuo como Second Purser, dessa vez no Mediterraneo e no Negro, indo a destinos DESLUMBRANTES como Israel, Chipre, Creta, Russia, Bulgaria, Ukrania, Romenia, Italia, Espanha, Montenegro, Croacia, Turquia e Eslovenia... De pouquinho em pouquinho vou postando por aqui...

Em tempo, sem acentuacao. Sorry, guys!!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Gibraltar!

Last call in Europe, Gibraltar is a beautiful peninsula of 6843 square kilometres whose isthmus connects to the north with Spain.

When I was there, the weather was fantastic!! It was also my first clearance since I stepped into the 2nd Purser position. Was very nice and gave me a sense of "I can do it!". I had time to take some nice pictures and buy a magnetic for my husband and mine collections!



Insignia docked in Gibraltar!

Cable Car in Gibraltar!


View from the top!








Me... thinking about my husband!!!

Antarctica

Yes, I have been there. This is one of the good things about working in a cruise ship. Everyday a different port, a different place, a different culture, a different country... well, pretty much, that is all. The bad things are way too many but it doesnt matter put them all here.

So, some pictures of beautiful Antarctica.












Swimming with Dolphins!

An opportunity of a life time... for just a few...

Swimming with dolphins in Mexico!

Literally, now...

Hope is a male dolphin... :-)


Laguna San Raphael

Laguna San Raphael, Chile!

Today, MS Insigna anchored in the famous Laguna San Raphael, located in the Chilean Fiordes. The place is fantastic and has an outstanding glacier that drops small, medium and large icebergs around its main body. Besides that, we can see wild life all over such as whales, penguins and seals.

The last two cruises, this one included, are being particularly boring, as we did a 25 nights from Rio de Janeiro all the way to Valparaiso with a disaster stop in Malvinas (we never made it, as we lost our anchor) and 5 days cruising Antarctica and now, we are in a 14 nights cruises on the way back to Buenos Aires.

Some pictures of this beautiful place can be seen below:







Laguna San Raphael was discovered in 1675. Floating in the lagoon are dozens of icebergs, fashioned by wind and rain, into monumental sculptures, holes and all, with such a vibrant electric-blue color that they appear to be lit from within.




Sailing around these icy phantoms, we approach the giant glacier at the end of the lagoon, rearing out of the water; it really is a dizzying sight, much to the enjoyment of any photographer.




quinta-feira, 15 de julho de 2010

Victoria, British Columbia!

De todos os lugares que tive o prazer de conhecer, Victoria, na Colúmbia Britânica, no Canadá, foi uma das cidades que mais amei. A cidade está localizada a 62km de Vancouver, na mesma ilha, mas apesar da proximidade, é completamente diferente.

A cidade é encantadora. Tem um dos melhores climas do Canadá, sendo a cidade mais seca do país durante o verão. Tem aproximadamente 80.000 habitantes e cerca de 15% de sua população já passou dos 80 anos de idade, o que a transforma numa Miami Canadense. Além disso, é limpa, com ruas amplas, com restaurantes de todos os tipos e preços (eu e o maridão comemos muitoooo bem, em um restaurante indiano localizado em downtown, cerca de 10 minutos do local de atracação do navio).

Eu, em Victoria Downtown! (era meu birthday!!)


A cidade recebe cerca de 3,5 milhões de turistas por ano e durante a temporada de verão, cerca de 50 mil visitantes por dia, que desembarcam de diversos navios de cruzeiros que atracam em seus terminais. De seus pontos turísticos mais famosos podem-se destacar:

Beacon Hill Park = O parque central da cidade possui 75 hectares e localiza-se bem no centro urbano de Victoria. Lá, encontram-se campos de jogos, jardins maravilhosos e esculturas de arquitetura excepcional, com um toque "aleutano" (de origem russa, ou seja, típica do Alaska).

The Empress Hotel = o cartão postal de Victoria foi construído em 1904 e desde então tem recebidos personagens ilustres como reis, rainhas, princípes e princesas, além de celebridades do mundo da arte e do cinema. Para os simples mortais, o hotel serve diariamente o THE AFTERNOON TEA. Não precisa estar hospedado, basta pagar a taxa de $60 canadense para desfrutar das delícias da refeição servida pelo hotel.

Eu, na frente do restaurante indiano que eu e o Nicky amávamos!


The Empress Hotel, em Downtown Victoria!


Star Princess, nossa casa, atracado emVictoria.


Eu e minha amiga Mariana (argentina), na frente do The Empress Hotel.



Eu e meu marido Nicky, numa fria tarde em Victoria...


The Butchard Garden = um lindo grupo de jardins floridos que recebe cerca de 1 milhão de visitantes por ano, esse parque possui diferentes flores, pássaros e lindas estátuas de bronze. Um lugar que deve-se visitar com certeza.

O Canadá é um país interessantíssimo. Tive a oportunidade de visitá-lo em ambos os lados, ou seja, Vancouver e Victoria, do lado do Pacífico, e Montreal, Quebec, Ottawa, Halifax e St.John, do lado do Atlântico. Apesar de super diferentes, amei ambos os lados. Adorei essa oportunidade e adquiri muita cultura, muito conhecimento. Foi uma experiência excepcional e visitar o país novamente será um prazer imenso!

sábado, 27 de março de 2010

A Indústria Têxtil na Índia

Pois é... comecei falando da minha nova meta, que é aprender corte & costura... e resolvi escrever sobre a indústria têxtil no país do maridão.

Estive na Índia e simplesmente fiquei encantada com a quantidade de tecidos a venda nas ruas de Mumbai, de Margao, de Panjim. Não importa onde eu estava, sempre encontrava uma lojinha que vendia tecidos. E os preços, Meu Deus!!!, baratérrimos! Um paraíso, principalmente para uma aspirante a Bilingual Tailor.

Dêem uma olhada nessa loja!!!

A indústria têxtil na Índia é a mais importante do mundo. Embora predominantemente desorganizada, a indústria indiana passou por uma grande mudança e tornou-se a maior do planeta. Além disso, ela desempenha um papel importante na economia do país já que a exportação de tecidos é responsável por 27% do PIB do país. Convém informar que, quase 14% da produção industrial do país provém da indústria têxtil.
 
A indústria têxtil também é a maior do país em termos de geração de emprego. Ela não só gera emprego em sua própria indústria, mas também abre escopos para os outros setores conexos. Atualmente, ela gera emprego para mais de 35 milhões de pessoas. Estima-se também que a indústria vá gerar 12 milhões de novos empregos até o ano de 2012.
 
 




Dêem uma olhada nas cores dos tecidos! Espetaculares!

domingo, 21 de março de 2010

Goa... a terra do meu marido!

Pois é... casei-me com um indiano. Antes mesmo da Glória Perez resolver colocar no ar suas idéias sobre a Índia e o povo indiano. Eu e o Nicky nos conhecemos a bordo do Explorer of the Seas, um dos 22 navios da Royal Caribbean. Eu estava vindo de um contrato a bordo do Serenade... ele, vindo do Enchantment... eu no meu segundo contrato, ele no seu quinto contrato.

Desde a primeira vez que o vi, fiquei apaixonada por ele. Ele era (e agora, que está mais velho, muito mais) lindo, charmoso, engraçado, meigo. Quis Deus que fosse ele, o homem da minha vida e, depois de muitos trancos e barrancos, estamos casados e vivendo no Brasil.

Eu e o maridão, enquanto ainda éramos namorados, trabalhando no Explorer.

Antes de nos casarmos, o visitei em Goa, estado da Índia, muito parecido com o nosso Brasil baronil, devido a colonização portuguesa. Goa foi para mim, uma grande surpresa... um estado bucólico, tranquilo, com praças e ruas com nomes portugueses.

Goa é um estado da Índia. Situa-se entre Maharashtra a norte e Karnataka a leste e sul, na costa do Mar da Arábia, a cerca de 400 km a sul de Bombaim. É o menor dos estados indianos em território e quarto menor em população, e o mais rico em PIB per capita da Índia. A sua língua oficial é o concani, mas ainda existem pessoas neste estado que falam português, devido ao domínio de Portugal na região por mais de 400 anos. As suas principais cidades são Betul Beach, Cape Rama, Chauri (Canacona), Mapusa, Margão (Madgaon, pronúncia aproximada em concanim) e Panaji (ou Pangim, antigo nome português). Goa, a partir de 1510, foi a capital do Estado Português da Índia, tendo sido integrada pela força na União Indiana em 1961. As suas igrejas e conventos encontram-se classificadas como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

A primeira referência a Goa data de cerca de 2200 a.C., em escrita cuneiforme da Suméria, onde é chamada Gubio. Formada por povos de diferentes etnias da Índia, a influência dos sumérios aparece no primeiro sistema de medidas da região.

Por volta de 1775 a.C. os fenícios estabeleceram-se em Goa. No período védico tardio (1000-500 a.C.) é chamada, em sânscrito, Gomantak, que significa "terra semelhante ao paraíso, fértil e com águas boas". O Mahabharata conta que os primeiros arianos que chegaram a Goa eram fugitivos da extinção, pela seca, do rio Saraswati. A eles se uniram os Kundbis vindos do sul, para, durante 250 anos, resgatar solo do mar, aumentando o espaço fértil entre este e as montanhas.

Cerca de 200 a.C., Goa tornou-se a fronteira sul do império de Ashoka: os dravidianos tinham sido empurrados para o sul pelos arianos, como refere a Geografia de Estrabão. Por volta de 530-550, Goa é citada como um dos melhores portos do Industão, sendo chamada de Sindabur, Chandrapur ou Buvah-Sindabur pelos árabes e turcos.

Depois do império Maurya (321-185 a.C.) Goa foi disputada por vários impérios em batalhas sangrentas. Por volta do século X Goa, então concentrada em torno do rio Zuari, prosperou pelo comércio com os árabes. Em 1347 caiu sob domínio islâmico e muitos templos a deuses hindus foram destruídos.

A presença portuguesa na Índia teve início em meados de 1500. Goa foi cobiçada por ser o melhor porto comercial da região. A primeira investida portuguesa deu-se em 1510, de 4 de Março a 20 de Maio. Nesse mesmo ano, em uma segunda expedição, a 25 de Novembro, Afonso de Albuquerque, auxiliado pelo corsário hindu Timoja, tomou Goa aos árabes, que se renderam sem combate, por o sultão se achar em guerra com o Decão.

Com a derrota dos muçulmanos da região, em 1553 um quinto dela estava sob domínio português, recebendo o nome de «Velhas Conquistas». Os governadores portugueses da cidade pretendiam que fosse uma extensão de Lisboa no Oriente e para tal criaram algumas instituições e construíram-se várias Igrejas para expandir o cristianismo e fortificações para a defender de ataques externos.

A partir de meados do século XVIII verifica-se um alargamento dos territórios de Goa, que passam a integrar as «Novas Conquistas».

Com a chegada da Inquisição (1560–1812), muitos dos residentes locais foram convertidos violentamente ao Cristianismo por missionários, ameaçados com castigos ou confisco de terra, títulos ou propriedades. Para escapar à Inquisição, milhares de goeses fugiram e estabeleceram-se nas cidades vizinhas de Mangalore e Karwar.

A decadência do porto no século XVII foi conseqüência das derrotas militares dos portugueses para a Companhia Neerlandesa das Índias Orientais dos Países Baixos no Oriente, tornando o Brasil e, mais tarde, no século XIX, as colónias africanas, o centro econômico de Portugal. Houve dois curtos períodos de dominação britânica (1797-1798 e 1802-1813) e poucas outras ameaças externas após este período.

Durante o domínio britânico na Índia, muitos habitantes de Goa emigraram para Mumbai, Calcutá, Puna, Karachi e outras cidades. O isolamento de Goa diminuiu com a construção das vias férreas a partir de 1881, mas a emigração em busca de melhores oportunidades econômicas aumentou. Em 1900 Goa teve seu primeiro jornal bilíngüe gujarati-português.

Templo Hindu em Goa.


Especiarias.


Nicky numa das mil praias de Goa.


Adoro essa praia.


Festividades Hindus em Margao.


Outro templo, exemplo de arquitetura!



Eu caminhando em Varca Beach.



Mercado de Doces em Margao.



Igreja em Panjim (qualquer semelhanca com o Nordeste...)



Nicky e eu em Cabderam... rio que desagua no mar... coqueiros... paz!



Eu em Selaulim Dam...



Nicky e eu em Dona Paula, North Goa. Fazia um calor!!!!

Hamilton, Bermuda...

Estive nas ilhas Bermuda, aquelas onde alguns navios constumavam desaparecer, por várias vezes. Eu e meu marido escolhemos a ilha como um dos 1000 lugares que devemos conhecer antes de morrer... tanto é que queremos muito regressar.

Quem me deu a oportunidade de conhecê-las foi a Royal Caribbean, que me colocou a bordo do Explorer of the Seas, navio com capacidade para 3500 passageiros. O roteiro era lindo, saindo de New York, com 1 dia de alto mar e 1 overnight em King's Wharf... o desejo de todo tripulante nesse mundo... andar a noite, em terra firme... wow!

A cidade de Hamilton é a capital da Bermuda. Apesar de existir uma paróquia (parish) com o mesmo nome, a cidade de Hamilton fica situada na parish de Pembroke. A cidade recebeu o nome do primeiro governador da Bermuda, Sir Henry Hamilton. Apesar do seu estatuto como capital, Hamilton tem uma população permanente de apenas 15 000 habitantes, já que dentro dos seus limites administrativos se situam maioritariamente edifícios administrativos e comerciais, incluindo as sedes dos bancos e seguradoras que constituem o principal pilar da economia bermudiana.

Hamilton é oficialmente a única cidade da Bermuda, embora seja menos populosa que a capital histórica da ilha, a vila de Saint George. É ainda uma zona franca, concedendo isenção quase total de direitos aos navios que frequentam o seu porto em operações com o exterior e sobre os lucros das empresas com sede no seu território.


Explorer of the Seas, atracado em King's Wharf.

Para ir de um lado ao outro da Ilha, somente de Ferry.

Praia dos Tripulantes.

Vista de Hamilton (linda cidade).

Esse é o Empress of the Seas, conhecido como CVC Imperatriz.

Horseshoe Bay, praia de areias rosas!

Nicky Love, no Parlamento Britânico de Hamilton!

Compras, compras, compras...

Dá uma olhada na cor do mar...