sábado, 30 de outubro de 2010

Life in a Ship

Ok, I am working in a ship. Everybody in Brasil thinks that, to work in a ship is the same thing that to take part in a Student Exchange Program... hahahaha, super nice life, one day in Monte Carlo, the other in Cannes, the other in Livorno, the other in Corfu and whatsoever. To work in a ship is fucking hard. It doesn't matter if it is a 5000 guest-ship or if it is a 650-guest ship. In this environment, you have to deal with guests from different nationalities and realities and with crew members from all around the world.

Onboard the Insignia, where I am working as a Second Purser, life is not different. The ship is small and the job is not hard at all. Guests are all the same, most of them, americans and canadians. The challenges they bring are the same kind from the other companies I have worked with. Nothing that scares someone who spent the whole life working in the Hospitality Management.

The itinerary of the ship is beautiful. Since I came onboard, I had been in Turkey, Greece, Italy, France, Spain... now, I am going all the way to Venice... and I will stop in Montenegro and Croatia... and then I will spent 14 days of dry-dock in beautiful Genova and them, head south to Brasil, Uruguay, Argentina, Antartica, Chile...

While I still don't have my own cabin, I am sharing a room with a girl from Denmark. She is a nice girl but a little bit too messy. The cabin is always a chaos. There are clothes everywhere, shoes all over the room. The amount of shampoos and body lotions she has is higher than a whole section of creams in a supermarket.

But these are small problems. My biggest problem is to be far from my husband. I don't want to work in ships forever. If I have him in the same ship with me, I might be able to face this for some more time. But, alone, far from him, I don't feel like doing it! Worst of all, I think that, because I love him so much, he would be proud of me and happy about my feelings. Wonder if he is...?

My heart is a mess. I feel sad most of the time. I don't think Italy is beautiful, Greece is nice, France is superb. Nothing is nice if you feel all the things I am feeling now. I wish people could understand that life without the one we love close by, can be really sad.  

sábado, 16 de outubro de 2010

Me in the Ship

So, here I am again, onboard cruise ships. Currently, working at the Insignia, from Oceania Cruise, as 2nd Purser.

The company seems to be very nice, with small ships and very polite and educated guests, which makes the whole difference in our overall experience as a crew members. Also, with 46 different nationalities, the ship has several crew members, most of them very nice and cool.

The job is simple and I am not facing any issues at all. Most probably I will be steping out as a 2nd Purser soon, after my training with a nice guy called Brendon, from New Zeland. While I am writing this down, the Insignia is anchoring along shore in Mykonos, Greece. I can see from the porthole beautiful white houses and I am pretty excited to makr Greece and Turkey as my two nex visited places.

The worst thing however is that my husband is not with me. Although I will be with him in 61 days, in Recife, once the ship dockes there, I am very sad because I cannot share with him this amazing experience. He, among all the people I know, is the one who deserves this opportunity that God, for a unexplained reason, decided to give me.

I am very very sad. I miss him so very much. Stupid little things, that we do not care when we are together, such as feet with feet when we are sleeping, or a perfume scent, or even a fight... they all make me feel so bad for leaving him alone in Brasil. And to make matter worse, when I told him all these things, he was so comprehensive, he just did his best to make me feel the best person in the world, which I am far from hell of being.

Nicky Love is the husband any women could ask for. He is handsome, gorgeous, and the owner of the most amazing heart in this world. Nicky, I love you so very much!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Boteco Novinho Hi-Tech

Um sujeito entra num boteco novinho, todo hi-tech, e pede uma bebidinha. O barman é um robô, que serve um cocktail perfeito e pergunta:
- Qual é o seu QI?
O homem responde:
- Uns 150.
Então o robô inicia uma conversa sobre aquecimento global, espiritualidade universal, física quântica, interdependência
ambiental, teoria das cordas, nanotecnologia, e por aí afora...
O cara ficou impressionado, e resolveu testar o robô. Saiu,.... deu uma volta e retornou ao balcão.
Novamente o robô pergunta:
- Qual é o seu QI?
O homem responde:
- Deve ser uns 100.
Imediatamente o robô lhe serve um uisquinho e começa a falar, agora sobre futebol, fórmula 1, super-modelos, comidas favoritas, armas, corpo de mulher, e outros assuntos semelhantes.............
O sujeito ficou abismado. Sai do bar,.... para pensar.... e resolve voltar e fazer mais um teste.
Novamente o robô lhe faz a pergunta:
- Qual é o seu QI?
O homem dá uma disfarçada e responde:
- Uns 20, eu acho!!!!!
Então o robô lhe serve uma cachaça, se inclina no balcão e diz pausadamente:
- E aí companheiro, VAMO VOTÁ NA DIRMA??????

terça-feira, 12 de outubro de 2010

English in 24 accents

This video is for all my students who are concerned about their accents. Please, my dear all, keep in mind that we all have SOTAQUE, even in the Portuguese Language!!! And English has several accents and it is very nice and funny to hear them all!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Aguardemos...

Em qualquer circunstância, espera com paciência.

Se alguém te ofendeu, espera.
Não tomes desforço a quem já carrega a infelicidade em si mesmo.

Se alguém te prejudicou, espera.
Não precisas vingar-te de quem já se encontra assinalado pela justiça.

Se sofres, espera.
A dor é sempre aviso santificante.

Se o obstáculo te visita, espera.
O embaraço de hoje, é benefício amanhã.

A fonte, ajudando onde passa, espera pelo rio e atinge o oceano vasto.
A árvore, prestando incessante auxílio, espera pela flor e ganha a benção do fruto.

Todavia, a enxada que espera imóvel, adquire a ferrugem que a desgasta.
O poço que espera, guardando águas paradas, converte a si próprio em vaso de podridão.

Sejam quais forem suas dificuldades, espera, fazendo em favor dos outros o melhor que puder a fim 
de que sua esperança se erga sublime, em luminosa realização!

(Chico Xavier por Emmanuel em Palavras de Vida Eterna)

Entendendo o Comportamento do Felino


Só convivendo com um gato para entendê-lo. Não é à toa que muitos donos dizem: “você não gosta de gato porque nunca teve um”. Isso é uma grande verdade, pois os felinos possuem uma forma de vida muito peculiar e se essa não for bem compreendida, eles podem ser rotulados como animais que não interagem com o ser humano, sendo impróprios como animais de companhia.
Um exemplo desse equívoco é o tempo em que passam dormindo. Eles têm o hábito de dormir durante o dia, pois era no período noturno que o felino caçava para se alimentar. Hoje, os bichanos não têm mais necessidade de procurar alimento, mas continuam dormindo de dia. Contudo, já observamos que muitos felinos já estão bastante adaptados à vida humana, onde suas atividades noturnas passaram a ser diurnas. Assim, ele está ao lado de seu amigo homem durante o dia e dormindo durante a noite.

Eu e o Flamel, meu gato amarelo!

E ainda há quem diga que estes animais não se apegam ao dono! Mal sabem essas pessoas que muitos bichanos seguem seu amigo homem pela casa, têm nome, sobrenome e atendem quando são chamados não importa onde estão....
Também é muito comum ouvirmos frases como: “o gato é um animal interesseiro e egoísta”. Ou ainda: “eles não são inteligentes e não obedecem ordens”. Diante de tais afirmações, fica difícil explicar para um “leigo” em gatos que o felino não é um cachorro.

Gato Zucchero!

Muitas dessas particularidades se devem à forma de vida do felino antes de ser domesticado. A maior parte da vida do gato na natureza era isolada de outros animais, com exceção ao período de acasalamento e de maternidade. Ser independente significava, entre outras coisas, manter-se vivo, pois se não procurasse alimento, não comeria, e se não fosse veloz e astuto, seria capturado por predadores.
Essas atitudes eram formas de sobrevivência do felino as quais persistem até os dias de hoje. É o que observamos na leveza de seu caminhar onde não há som e assim não pode ser ouvido nem visto. Não demonstra com facilidade sintomas de doença, pois se o fizesse, demonstraria franqueza a seus predadores.
Por outro lado, diferentemente do que se fala, o bichano pode tornar-se dependente do homem de tal forma que não é raro ouvir pessoas dizendo que se ausentaram e seu felino mudou os hábitos. Muitos passam a urinar fora da vasilha sanitária, param de comer e até adoecem.
Também como demonstração de carinho, eles se enroscam em nossas pernas, pulam em nosso colo e fazem de tudo para que a atenção esteja voltada para eles. Portanto, é fundamental entender as necessidades de seu gatinho para que o convívio seja saudável e feliz.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Quanto mais religioso, mais pobre tende a ser um país!

Para líder ateu, religião rapta bens, dinheiro e mentes que deixam de ser empregados em atividades econômicas
HÉLIO SCHWARTSMAN
ARTICULISTA DA FOLHA

Quanto mais religiosos são os habitantes de um país, mais pobre ele tende a ser.

Essa é a conclusão de uma pesquisa Gallup feita em 114 nações e divulgada no último dia 31 que mostra uma correlação forte entre o grau de religiosidade da população e a renda "per capita".

Correlação, vale lembrar, é um conceito traiçoeiro. Quando duas variáveis estão correlacionadas, tanto é possível que qualquer uma delas seja a causa da outra como também que ambas sejam efeitos de outros fatores.

Desde o século 19, a sociologia tem preferido apostar na tese de que a pobreza facilita a expansão da religião. "Em geral, as religiões ajudam seus adeptos a lidar com a pobreza, explicam e justificam sua posição social, oferecem esperança, satisfação emocional e soluções mágicas para enfrentar problemas imediatos do cotidiano", diz Ricardo Mariano, da PUC-RS."As religiões de salvação prometem ainda compensações para os sofrimentos e insuficiências desta vida no outro mundo", acrescenta. O sociólogo, porém, lembra que há outros fatores: "A restrição à liberdade religiosa, ideologias secularistas e o ateísmo estatal dos países socialistas contribuíram para a baixa importância que sua população atribui à religião, como ocorre na Estônia, campeã nesta matéria, e na própria Rússia".

Já na Europa Ocidental, diz Mariano, "modernização, laicização do Estado e relativismo cultural erodiram bastante a religiosidade". A grande exceção à regra são os EUA. Com uma das maiores rendas "per capita" do planeta, 65% dos norte-americanos atribuem importância à religião em sua vida diária. Tal índice é bem superior à média dos países mais ricos, que é de 47%.

Sem descartar um papel para as explicações sociológicas mais tradicionais, que chama de "fator ópio do povo", Daniel Sottomaior, presidente da Atea (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos) aventa algumas hipóteses na direção contrária, isto é, de que a religião é causa da pobreza. "Ela promove o fatalismo e o deus-dará", diz.

Em certos lugares, notadamente alguns países islâmicos, ela desestimula a educação e impede a adoção do pensamento científico.Além disso, afirma Sottomaior, "a religião não apenas não gera valor como sequestra bens, dinheiro e mentes que deixam de ser empregados em atividades econômicas e de desenvolvimento".

RELIGIOSOS
Para religiosos ouvidos pela Folha, é a riqueza que pode reduzir o pendor das pessoas à religiosidade.Segundo o padre jesuíta Eduardo Henriques, "a abertura a Deus é inversamente proporcional à segurança oferecida pela estabilidade econômico-financeira, com exceções, é claro. Espiritualmente falando, os pobres tornam-se sinais mais eloquentes de que ninguém, pobre ou rico, basta a si mesmo. Por isso Jesus chamou os pobres de bem-aventurados".

Já para o pastor batista Adriano Trajano, a pesquisa mostra que quanto maior for o estado de pobreza e pouco desenvolvimento econômico no país, "maior será a busca por subterfúgios sobrenaturais, pois a religião tem esse poder de transportar o necessitado a um mundo de cordas divinas".

"Que a religião desempenha um papel importante nas sociedades, não há dúvida, resta saber até que ponto esse papel favorece a vida?", pergunta.

O teólogo adventista Marcos Noleto é mais radical: "Há uma incompatibilidade da fé prática com a riqueza. Assim como dois corpos não podem ocupar um mesmo lugar no espaço, na mente do homem não há lugar para duas afeições totais. Veja que Deus escolheu um carpinteiro e não um banqueiro para ser o pai de Jesus".