Pois é... recebi esse e-mail da minha mãe e foi escrito por um amigo dela, chamado Moretti. Eu simplesmente amei!! Amei o modo como ele escreve, as palavras utilizadas e a sinceridade admirável (sempre temos um certo medo de falar sobre as ondas migratórias no Brasil). Fica aí, então, o relato dele:
"Considero o prefeito Hélio de Oliveira Santos um cara batuta. Ainda assim, desde que assumiu o comando da cidade nunca me motivei a escrever nada sobre ele e sua administração. Até porque perdemos o contato de quando V.Excia exercia a medicina, dirigia o CRAME - Centro de Atenção aos Maus Tratos do Menor Infrator – e era meu convidado freqüente para entrevistas na televisão. Políticos são seres blindados. Faço-o agora pela primeira vez movido pela indignação (que pena) de o Poder Publico Municipal anunciar, na maior cara dura, que vai bancar universidade para presos, eufemisticamente chamados “reeducandos”.
(http://cosmo.uol.com.br/noticia/58436/2010-07-21/prefeitura-de-campinas-vai-pagar-faculdade-de-presos.html)
Fiquei a imaginar que “belo exemplo” e “estímulo” a milhares de jovens que dão um duro desgraçado para sobreviver, pagar estudos racionando alimentação e horas de folga, enquanto Sua Excelência brinda os “trutas” com essa moleza. Sinceramente me provoca engulhos factóides dessa natureza. Mas não tem importância. Faz tempo que Campinas não me interessa mais. Sinto-me um “estrangeiro” na terra onde nasci, invadida por hordas migratórias que não “deram certo” em suas origens bandeando pra cá, exigindo moradias, cobrando benfeitorias de graça da administração pública, inflacionando tudo. Muitos dão sorte, curiosamente se locupletando de oportunidades não só na política quando em outras atividades, se é que me entendem. Um exemplo clássico de quantos prefeitos campineiros tivemos. Alguém ai sabe? (parece que só um) desde a fundação. Cidade invadida por predadores oportunistas de plantão, gente estranha, mal encarada, sem o menor apreço as nossas tradições. Xenofobia a parte, Campinas virou uma merda. Perdeu o glamour de gente bonita, saudável, educada que se cumprimentava cordialmente nas ruas, dando lugar a uma legião de cretinos, grosseiros, mal encarados que nos obriga mudar de calçada a todo instante. Alienados ocupando praças publicas em pregações alucinadas, trombadinhas, trombadões, desordeiros destruindo próprios públicos. Vejam o convívio, parece Bombaim. A invasão amarela nos melhores pontos comerciais subsidiados pela máfia coreana. Comércio incipiente, mentalidade empresarial retrograda... enfim. Dai vem Antonio Contente, colega jornalista, amigo querido me perguntando porque não falo de Campinas em meu Blog na Internet. A que respondi: “ brochei com essa cidade faz tempo".
(http://cosmo.uol.com.br/noticia/58436/2010-07-21/prefeitura-de-campinas-vai-pagar-faculdade-de-presos.html)
Fiquei a imaginar que “belo exemplo” e “estímulo” a milhares de jovens que dão um duro desgraçado para sobreviver, pagar estudos racionando alimentação e horas de folga, enquanto Sua Excelência brinda os “trutas” com essa moleza. Sinceramente me provoca engulhos factóides dessa natureza. Mas não tem importância. Faz tempo que Campinas não me interessa mais. Sinto-me um “estrangeiro” na terra onde nasci, invadida por hordas migratórias que não “deram certo” em suas origens bandeando pra cá, exigindo moradias, cobrando benfeitorias de graça da administração pública, inflacionando tudo. Muitos dão sorte, curiosamente se locupletando de oportunidades não só na política quando em outras atividades, se é que me entendem. Um exemplo clássico de quantos prefeitos campineiros tivemos. Alguém ai sabe? (parece que só um) desde a fundação. Cidade invadida por predadores oportunistas de plantão, gente estranha, mal encarada, sem o menor apreço as nossas tradições. Xenofobia a parte, Campinas virou uma merda. Perdeu o glamour de gente bonita, saudável, educada que se cumprimentava cordialmente nas ruas, dando lugar a uma legião de cretinos, grosseiros, mal encarados que nos obriga mudar de calçada a todo instante. Alienados ocupando praças publicas em pregações alucinadas, trombadinhas, trombadões, desordeiros destruindo próprios públicos. Vejam o convívio, parece Bombaim. A invasão amarela nos melhores pontos comerciais subsidiados pela máfia coreana. Comércio incipiente, mentalidade empresarial retrograda... enfim. Dai vem Antonio Contente, colega jornalista, amigo querido me perguntando porque não falo de Campinas em meu Blog na Internet. A que respondi: “ brochei com essa cidade faz tempo".
Nao é um espetáculo???
Achei superpreconceituoso, Lucy.
ResponderExcluirComo nordestina me senti discriminada.
"Sinto-me um “estrangeiro” na terra onde nasci, invadida por hordas migratórias que não “deram certo” em suas origens bandeando pra cá, exigindo moradias, cobrando benfeitorias de graça da administração pública, inflacionando tudo. "
Os paulistas esquecem que graças aos nordestinos que "não deram certo" nos seus estados (culpa do governo dessa merda de país, q só enxerga SP e RJ), é que SP é hj o estado mais rico e próspero.
Sugiro a esse senhor que mande os nordestinos de volta para suas cidades - afinal eles tem muita CULPA de nascerem desfavorecidos,né? - e crie um movimento pra separar SP do resto do país.
Sheiloca, as hordas migratórias não precisam ser necessariamente, nordestinas. No caso de Campinas, deve ser, pelo o que ele postou. No caso do Guarujá, serei bem sincera contigo... aqui tem a maior população de nordestinos fora do Nordeste. E, 68% deles moram nas favelas. Confesso que a culpa é nossa mesmo, já que a construção civil explosiva exigiu a mão de obra deles, para depois abandoná-los.
ResponderExcluirOutra coisa que eu sou contra,e já postei aqui, é o próprio comportamento do governo, que oferece trilhões de "vales", criando uma sociedade pobre que, como diz o provérbio egipcio, só quer saber de comer o peixe; pescar, que é bom, eles não sabem, porque não foram ensinados.
Infelizmente, Sheila, você mesma postou sobre Salvador e as pessoas que aí moram e sua maneira de se comportar; aqui, querida, os baianos, os pernambucanos, os maranhenses, os sergipanos, junto com outros migrantes, de outros estados, fazem o mesmo, só que em maior escala.
Mas isso de se comportar mal não tem a ver com o fato de ser nordestino ou não, e sim com o nível educacional, e muitas vezes, nem isso (já que a nossa Sociedade a cada dia preza "valores" mais decadentes: álcool, drogas, promiscuidade sexual, "baladas").
ResponderExcluirAqui em época de Carnaval, hordas de paulistas e cariocas invadem a cidade e quebram tudo, enchem a cara, molestam as mulheres e coisas do tipo. Chegou ao cúmulo de um acampamento na Chapada Diamantina proibir a entrada de carros provenientes de SP e RJ, pq estes faziam muita baderna, punham som alto, bebiam muito e estragavam a paz do local! E isso pq eram pessoas de bom nível educacional, imagina se não fosse!
Então, é preciso ter muuuuito cuidado com generalizações, que facilmente descambam para xenofobia e preconceito (qtas vezes eu mesma não fui acusada de ser preconceituosa em relação aos indianos?).